Thinkin' About

the space between...

Pensamentos...

Published by Malkyn under on 11/14/2010 06:09:00 PM
Então faremos assim:

Resumo...

Acontece a noite na floresta, onde Durhfein salva Malkyn, e esta fica horrorizada, a pesar de ser salva. Vem então a noite na vínícula, onde Duhrfein abusa de Malkyn, mas esta não tem certeza de tudo não passou de sonho. Logo em seguida vem a festa de agradecimento do pai de Malkyn ao Sr. Durhfein, pelos serviços prestados à família Cartwright, e Malkyn, ao ver o comportamento de Durhfein, começa realmente a acreditar que tudo não passava de sonhos. Malkyn, em seu quarto, na noite da festa, sonha com Durhfein, Devaneios de Malkyn? Ao acordar, vendo Durhfein partir, se convence de que são sonhos, e então, na outra noite vai até a floresta, onde grita a Durhfein que este apareça, e sem que este dê qualquer sinal de vida, Malkyn se dá por sarisfeita, se convencendo de que suas amas de companhia lhe colocaram idéias demais na cabeça. Do outro lado da floresta, Durhfein assiste Malkyn espurgar seus medos, e aceita seu convide de provar seus poderes à ela. Numa tarde, Malkyn então se pões à leitura floresta à dentro, e, ao tentar sair, se perde, mas desta vez, ainda se fazendo dia, Malkyn se encontra com Durhfein, e este inicia longo diálogo, onde Malkyn se vê como uma criança curiosa, a ouvi-lo, e este, por fim, à leva até a saída da floresta. Com laços mais estreitos entre as famílias Durhfein e Cartwright, o pai de Malkyn se coloca em viagem ao feudo vizinho, e Malkyn o acompanha. Mas, chegando ao feudo de Catedália, um mal súbito toma Malkyn, que já com saúde frágil, mal se levanta da cama. O pai da moça, suspeitando que o mal fosse de causa espiritual, pede que se chame um padre, e este questiona Malkyn se esta teria feito algo que a comprometesse, e, depois de longo questionamento, Malkyn confessa que teve sonhos indevidos com Durhfein. O padre então a coloca sob um regime de inanição e penitência, o que agrava ainda mais o estado de saúde de Malkyn. Durante uma noite em que Malkyn se sentiu um pouco melhor, acordou sozinha em um dos quartos do feudo, e, procurando por alguém, se deparou com as portas que davam para a torre do castelo. Ao vasculhar o lugar, temos a noite na torre, onde Malkyn é pega bisbilhotando e é abusada por Durhfein. Malkyn então acorda de volta em sua cama, mas com fortes dores e sangrando. Ao buscar ajuda, encontra Durhfein e seu pai conversando, e seu pai lhe concedendo a mão a Augustus. Desesperada, então, sai correndo, mas, novamente em um momento de fraqueza, desmaia.

Malkyn acorda com Durhfein sentado ao lado de sua cama...

E o que Durhfein sente por Malkyn? Se ela sente um misto de admiração e medo, ele, que inicialmente viu nela um pequeno joguete, que alimentava velhos sentimentos de vingança e ressentimento, agora passa a ser uma paixão e ele mesmo nega, até o momento em que à vê por um fio, e simplesmente não consegue a deixar morrer, por algum motivo tão desconhecido e óbvio...
Foi tão fácil levar Malkyn para onde se quis... Bastou fazer um semblante bom e dizer que um ar fresco à faria bem... Ela quis acreditar que tudo não passava de sonhos... o que tudo que se sentia não passavam de males já outrora sentidos... A saúde frágil que lhe fizera ter hemorragia nas rédeas, e que as dores... Bem, as dores não passavam de males que o padre bem poderia explicar... É fácil acreditar no que se quer acreditar...
A noite estava tão linda... E o jardim que na chegada ao feudo mal se via pela névoa, agora, ainda que à noite, se via iluminado por uma lua que nunca vira igual... E ao adentrá-lo, tão lindas eram as flores... E mais à frente a linda queda d'água... Era um sonho, como se realmente o ar noturno se tornasse mágico à ponto de à fazer sentir-se completamente bem... Mas já nem sabia se era o ar ou Sr. Durhfein que a fazia sentir-se tão revigorada.
Quando ele pegou em sua mão, porém, a vertigem a tomou de tal modo que não teria conseguido andar sem a sua condução... Como se Durhfein fizesse com que ela sentisse aquilo que ele quisesse que ela sentisse... Fisicamente... Emocionalmente... Tentava lembrar porque algum dia sentira tanto medo de Durhfein, mas não conseguia se recordar dos sonhos que sabia que tivera.
Estava já sem caminho de volta.

(...)

Só alguns detalhes... E um desenho bonitinho...

Published by Malkyn under on 7/26/2010 05:02:00 PM
Pode ser a Malkyn... Mas a roupa ainda não está do jeito que eu quero... =/
Apenas detalhes da família de Malkyn, apenas para fins de especulação... ^-^

Passa o tempo...

Published by Malkyn under on 7/26/2010 04:38:00 PM
You are my favorite disease,
The lost of my dignity,
Make me as your wish
But please stay with me...
I need you just like a drug,
Why can't you see...
I'm completly your
I don't wanna be free...

Imagens Relacionadas...

Published by Malkyn under on 6/30/2010 11:03:00 PM
Já havia dito uma vez que esta imagem me lembrava A Malkyn e o Durhfein, mas que não sabia o porquê, uma vez que o Durhfein, como já descrito, tem cabelos escuros como os teus, mas então lembrei que todos os teus personagens do Ragnarök tinham cabelo branco... Uma bobagem, eu sei, mas achei interessante comentar...

Beijos,

Cartwright.

Tópicos

Published by Malkyn under on 6/30/2010 10:49:00 PM
 - Durhfein salva Malkyn na floresta;
 - O pai de Malkyn faz uma festa em homenagem a Durhfein;
 - Malkyn se convence de que tudo que viu desde a noite na floresta foram sonhos;
 - **** Malkyn se encontra novamente com Durhfein na floresta;
 - Malkyn viaja com seu pai para o feudo de Durhfein e lá fica doente;
 - Ocorre a noite na torre;
 - * (Falta ligação entre a noite na torre e o abraço, qual será o elo de ligação?!)
 - Ocorre o Abraço;
 - ** (Final feliz?!)
 - ***

* Pode-se usar como elo de ligação algo que envolva o passado de Durhfein, revelando partes da história que foram insinuadas na descrição do feudo; ou casamento arranjado entre Durhfein e o pai de Malkyn;
** Em que situação se dará o abraço? Pura maldade ou intenção de amor?! Depois do abraço, mais parte da história de Durhfein serão reveladas?! Curiosidade da Malkyn ou momento flash-back?!
*** A história de Durhfein será revelada apenas em pontos de interesse ou inteira?!
**** O encontro de Malkyn e Durhfein se dará antes ou depois da aparição de Durhfein na vinícola?! A parte da vinícola será introduzida na história?!

E então? Acha que a história pode ficar com este formato mais compacto? Gostou da ordem?

Beijos...

Srta. Cartwright

O Início

Published by Malkyn under on 4/14/2010 01:51:00 AM
Malkyn estava novamente absorta em um de seus livros. Sabia que não deveria estar ali, mas queria paz, queria ficar sozinha com seus pensamentos e seus livros. A leitura não era tão fácil, mas por fim achara um local da floresta com alguma luz, se recostou em uma das árvores e se pôs a ler. O latim já lhe era uma língua comum, e a leitura era fácil e prazerosa, talvez por isso não tenho visto o tempo passar. Ao perceber a luminosidade ruim para leitura, o Sol já se mostrava pela metade no horizonte. Assustou-se, e ao olhar para os lados, o coração veio a boca: não se lembrava de qual lado havia vindo. Ainda estava decidindo o que fazer quando se lembrou de todas as histórias que já havia ouvido sobre a floresta, e amaldiçoou todas as damas de companhia por as terem contado.

O medo não a deixava raciocinar, e já se fazia noite. As lágrimas lhe escorriam pelo rosto sem qualquer controle, e o desespero de estar perdida já lhe havia tomado por completo. Pressentia que aquilo não acabaria bem. Nem estava pensando no severo castigo que levaria do pai, temia por sua vida. Ouvia passos que sabia não serem humanos. Apenas uma palavra havia em sua mente: Lobos! Logo após os passos, apareceu o rosnar, e este parecia vir de todas as direções, até que olhos surgiram na escuridão. Olhos famintos. Malkyn correu o tanto que deu conta e cada vez mais entrava na floresta escura. O desespero só não era maior que a falta de ar, causado pelo apertado espartilho. Não havia tempo para tirá-lo, mas se continuasse com a peça de roupa, não tinha certeza se agüentaria muito mais. Por fim, a tontura foi mais forte que as pernas e estas cederam. Quase desmaiada, deitada no chão, tinha certeza de que seu fim estava próximo. Tentou respirar, mas o choro a sufocava, com o corpo tendo espasmos esporádico. Não sabia de qual forma iria morrer, mas já rogava a Deus e a St. Bridgit por sua alma.

Um enviado de Deus ou do demônio talvez, não soube ao certo, mas alguém apareceu. E parecia querer ajudar. O espetáculo que veio a seguir foi bestial: Um homem competindo de igual para igual com lobos, estraçalhando-lhes a carne, e fazendo o sangue animal jorrar como água verte da nascente de um rio. Por fim o teatro de horrores havia acabado, mas o homem vinha em sua direção. Havia muito lhe faltava ar, e o coração ameaçou sair pela boca. Malkyn desmaiou.No outro dia, Malkyn acorda em sua cama. O corpo e a cabeça doíam, mas sim, estava viva. Ao abrir os olhos, encontrou a mãe jogada ao pé da cama, e ao seu lado, jogado no chão, o espartilho feito em pedaços, com as cordas manchadas em marrom e vermelho. A havia despido? Se o tivesse, o que mais teria feito?! Temia por sua honra. Ao acordar, sua mãe logo a tranqüilizou, falando que o espartilho provavelmente havia sido tirado para que ela recuperasse o ar e recobrasse os sentidos. Disse ainda que foram servos do feudo vizinho que a encontraram e a trouxeram para casa. Makyn chorou. Senti que agora tinha uma dívida eterna, mas sabia que, quem quer que fosse o sujeito, a dívida seria paga da pior forma possível.

Sobre as personagens - Sophie Malkyn Cartwright

Published by Malkyn under on 4/14/2010 01:45:00 AM
Filha de um respeitado Senhor de feudo, Ms. Cartwright cresceu dentro de uma atmosfera de nobreza, sendo uma moça culta e de gostos refinados. Sempre foi uma moça comportada e educada, e foram sua educação, inteligência e perspicaz raciocínio que convenceram seu pai de que deixar a moça estudar não seria uma completa perda de tempo, mas talvez por ter estudado demais é que, com o tempo, percebeu as pessoas ao seu redor vazias e desinteressantes, se tornando uma moça solitária e melancólica.

Aos 17 anos se fez livre de suas damas de companhia, se valendo das mesmas apenas para se trocar, com todas aquelas saias e o apertado espartilho que a mesma não conseguia colocar sozinha. Com longos cabelos castanhos, pele clara e olhos assustadoramente verdes, Malkyn, como sua mão costuma lhe chamar, é a mais velha de 13 irmãos, e é o mimo de seu pai, que pensa seriamente em mandar a filha em um convento, tamanho ciúme, e por isso, aos 21 anos ainda é solteira, apesar de inúmeras propostas feitas a seu pai.

Como uma boneca, seu pai a enfeita com todos os tipos de apetrechos que são encontrados às 4 direções, tendo Malkyn em seu quarto toda sorte de jóias e os vestidos dos mais variados tecidos e cores, mas não é uma dama de muitos caprichos, usando apenas um colar que foi presente de sua mãe, e dos vestidos usa meia dúzia, guardando os outros para ocasiões de festa.

É uma moça recatada, atenciosa e prestativa, dedicada aos livros, seus companheiros, passando boa parte do tempo nos arredores do feudo, os consumindo por dias a fio. Mesmo sendo nobre, não faz muita distinção entre as pessoas, e escuta pacientemente as criadas, mesmo quando estas estão contado histórias supersticiosas sobre o feudo vizinho.